quinta-feira, 12 de novembro de 2009

I ...

"I hate the way you talk to me.
I hate the way you drive the car.
I hate it when you stare.
I hate your big dumb combat boots, and the way you read my mind.
I hate you so much it makes me sick, it even makes me rhyme.
I hate the way you're always right.
I hate it when you lie.
I hate it when you make me laugh, even worse when you make me cry.
I hate it when you're not around, and the fact that you didn't call.
But mostly I hate the way I don't hate you ...

... Not even close, not even a little bit, not even at all."

Um dia estas palavras fizeram sentido, será que agora ainda fazem?

terça-feira, 10 de novembro de 2009

domingo, 8 de novembro de 2009

Não quero que voltes ...

... Nem em biquinhos dos pés...

... Porque assim é como eu ando, a tentar equilibrar-me!



"Não meu amor, não venhas, assim de mansinho, apoderar-te dos meus sonhos, quando já estou envolta no ninho dos meus lençois. Dói-me ver-te, pensar-te e sentir-te, mesmo que seja num sonho..."

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Desci a escadaria devagar, como se cada passo enfurecesse a dor que me esmaga o peito. Fechei a porta, respirei fundo e esperei que o vento fresco me inundasse a face antes de iniciar a caminhada até à faculdade.
Podê-la-ia ter feito de olhos vendados de tantas que são as vezes que trilho este caminho, mas hoje, por alguma razão tudo me pareceu diferente. Pesaram-me os pés, as lágrimas turvaram-me a visão e surpreendi-me ao constatar que aqui em Coimbra tudo parece ter uma história para contar, um pedaço da minha vida cautelosamente guardado nas voltas e reviravoltas de um passado feliz, em cada pedacinho desta cidade.
Hoje poderia jurar ter passado todos os meus dias de existência nesta terra, o som do vento, da chuva, o sol a querer espreitar, era tudo tão familiar, e aquele perfume que pairou no ar por instantes que me lembrou de ti... Sorri e deu-se aquela lágrima que ainda teima em cair, cada vez que a tua imagem me cerca os olhos, a mente. As pessoas por quem passei devem me ter julgado louca, bem sei, mas em mim já tudo é automático, e como que, incontrolável.

Quantos anos valerão os momentos que aqui passámos? Quantas décadas?
Quantas décimas de valor, dessas que nos decidem o futuro e nos hierarquizam a essência?

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Que as pessoas mudam já todos sentimos um dia ou ouvimos dizer a alguém desiludido. O que constantemente me questiono é se na realidade o ser humano se mantém imutável e somos nós quem gosta de o imaginar de forma diferente, criando uma imagem mais amorosa, que na verdade não existe.
Seja como for, é inevitável que, mais cedo ou mais tarde nos tenhamos de confrontar com o verdadeiro eu de cada um, e de um ser até então essencial à nossa existência, só ficam mazelas…e das profundas.

... Just because I feel lost and hurt,
doesen't mean go stop,
doesen't mean that I forgot,
doesen't mean go ahead and let your image back.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

1# Constatação

Quando se diz Lar Universitário, supõe-se que é só para Universitários, certo?

Mas este ano, a Excelentissima Directora, decidiu armar-se em Santa e aceitou uma miúda de secundária, na idade da "parva", com amigas iguais, que dão berros, ouvem música aos gritos, e têm conversas que não lembram a ninguém.
Pois é, calhou-me como vizinha, após três anos de silêncio, eis que ao lado decide aparecer um Ser barulhento, que arrasta moveis, bate nas paredes, e tem um riso altamente estridente. A minha tarde hoje era para estudar, organizar trabalhos, e quem sabe descansar, após uma noite mal dormida, e o levantar bem cedinho ... Eu já não tenho a vida delas, apesar de que não me importava!

Por favor arranjem uma cresce , e levem para lá estas crianças , senão um dia destes apareço sem um único fio de cabelo, pelo desespero instalado, em me querer concentrar e ser Impossível :$

domingo, 1 de novembro de 2009

Nothing more to tell

Meu amor, não tenho mais nada que te dizer, nem nada que te explicar, o que um dia dissemos um ao outro ficou gravado na palma da tua mão, como um mapa, para me encontrares sempre que quisesses. Olha para ela... vês o passado está lá .
O presente, é o que encontras todos os dias no meu silêncio. Não percorras mais palavras, e caminhos que não são os teus, olha para a tua mão, eu estive lá um dia, e ainda estou, olha...e agora fecha-a, quando a abrires novamente, so irás encontrar as linhas que um dia esboçaram o que foi uma história de encanto...